Is Only Love #7 / 2ª Temporada

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 - Vamos lá menina levanta para a vida, o dia está lindo lá fora e você precisa sair desse quarto. – Era a voz de Bárbara e o som de cortinas se abrindo e imediatamente a claridade invadiu meu quarto.
 - Nunca mais eu vou levantar dessa cama me deixa dormir. – Eu falei colocando o edredom sobre minha cabeça que rapidamente foi arrancado de cima de mim.
 - Querida princesa o mundo está lá fora e você tem que dizer “oi” para ele. Você já está há duas semanas trancada nesse quarto, é hora de você sair radiando beleza pelo mundo. – Bárbara falou puxando meu pé e eu não consegui me segurar e acabei levando um tombo.
 - Está bem! Eu estou de pé feliz? – Eu falei me levantando.
 - Agora vai se arrumar que iremos ir à escola! – Ela falou batendo palminhas.
 - Não, escola não, não, não mesmo. – Eu falei.  
 - Querida eu acordei cedo demais para vim aqui e te acorda para te levar a escola, eu poderia ter acordado essa hora, mas eu estou aqui tentando te animar, você levanta essa bunda grande dessa cama agora e você vai colocar esse bunda na cadeira daquela porra de escola se não eu vou te levar amarrada! – O que houve? Eu não sei, mas Barbara me ameaçando? Como isso? Ela não é a super alto astral?
 - Você me ameaçou? – Eu perguntei e ela se agachou na minha frente.
 - Para o seu bem. – Ela falou alisando meu rosto. – Então que roupa você irá vestir? – Ela perguntou abrindo meu closet e se enfiando dentro dele.  – Amiga é muita roupa eu vou me perder aqui dentro. – Ela falou evidentemente rindo. Ela sempre foi radiante e levava alegria sempre por onde passava isso é legal nela. Você pode estar sempre mal, mas ela vai sempre fazer você sorrir. Eu acho que esse é o propósito de Barbara, fazer você se sentir bem quando você está mal.
 - Pode deixar eu vejo minha roupa. – Eu falei pegando uma jaqueta preta, uma calça preta, uma camisa preta.
 - Não, não e não, nada de preto eu quero alto astral, eu vou escolher a sua roupa. Enquanto isso vai tomar seu banho, lavar esse cabelo... – Ela falou tirando as roupas de minha mão.
 - Está bem Barbara. – Eu falei saindo do closet e indo para o banheiro.
                Eu liguei a água e a deixei escorrer pelo meu corpo. Eu passei essas duas semanas arrastando tudo. Duas semanas sem por a cara direito para fora do meu quarto. As pessoas estão preocupadas comigo, a única coisa que eu sei fazer é ouvir musica e chorar, e o que eu tenho feito durante esses dias. Nem comer direito eu estou conseguindo. Harry me ligou todos os dias e eu nunca atendi, e ele me mandava mensagens, mas eu só respondia que estava bem. Eu não posso me desligar dele completamente isso só vai me deixar mais mal. Eu não entrei na internet e eu acho que preciso dar uma justificativa para tudo isso que está acontecendo, eu preciso explicar algumas coisas, como eu não sei, mas sei que eu tenho que falar o que houve comigo.
                Lavei meu cabelo e sai do banho, coloquei o roupão e fui até o meu quarto. A Barbara estava no computador com o meu twitter aberto.
 - Amiga eu acho que você tem que falar com elas. – A Barbara falou virando o laptop para mim.
 - Eu ainda não sei o que falar. – Eu murmurei.
 - Você tem falar o que você sente, para acabar logo com isso. – Barbara falou me dando o laptop.
 - Está bem... – Eu peguei. Achei que seria melhor publicar um twitlong.Então comecei a escrever.

“Eu ainda não sei o que dizer, mas eu acho que eu tenho que me pronunciar e falar tudo o que realmente aconteceu comigo. Eu sei que vocês querem saber o que houve comigo, eu sei que vocês estão felizes porque Harry não está mais comigo. Eu quero dizer que sim, eu estava grávida e perdi o meu bebê porque uma fã me agrediu no shopping. Eu tive muito estresses no decorrer da minha gravidez, e qualquer coisa eu poderia passar por isso. Eu simplesmente gostaria que vocês entendesse a dor que eu estou passando, eu perdi o meu filho e o Harry. VOCÊS NÃO DÃO A MINIMA PARA ISSO, mas eu quero que vocês me respeitem. Eu e Harry terminamos eu estou sofrendo agora vocês tem motivos para sorrir. Eu só espero não ler ou ouvir qualquer insulto da parte de vocês porque eu não sou mais a vilã da história.”


 - Isso aê menina arrasou. – Barbara falou clicando nas minhas mensagens e eu vi umas coisas bonitas que algumas directioners me mandaram, elas subiram a tag “#StayStrongDudaRay” e tinhas umas mensagens:
  • #StayStrongDudaRay, ninguém merece passar por isso, @Duda_Ray você tem o meu apoio.
  • @Duda_Ray, o nosso fandom pede desculpas pela atitudes de algumas directioners, não queríamos ver Harry sofrendo #StayStrongDudaRay
  • Geeente estou chocada com o que aconteceu, imagina um filhinho do @Harry_Styles ! Mesmo não gostando da @Duda_Ray isso foi inaceitável. #StayStrongDudaRay


Pelo menos algumas garotas entende o que eu passei e elas nos apoiam. Eu não queria sentir isso que eu estou sentindo agora. Eu só preciso de mais um pouco de tempo.

 - Isso amiga, mostra que você tem que continuar. Obvio vai ter pessoas que vão te mandar uma ofensa, mas amiga, você é maior que qualquer coisa que elas falarem para você. Seu nome é Maria Eduarda Mello Ray, e você é única. Eu te amo coisa chata. – Ela falou me abraçando.
 - Obrigada Barbara. – Eu falei chorando.
 - Cara nós somos amigas e essa é a minha obrigação te fazer sorrir, eu amo fazer você sorrir. – Ela falou e eu sorri secando a lagrima que escorreu do meu olho.
                Depois desse momento BFF eu fui me trocar. Coloquei a roupa que a Barbara separou e não ficou nada mal.

 - Você está linda! – Ela falou batendo palminhas. Eu peguei minha mochila e desci a escada. Meu pai me olhou e sorriu um sorriso de alivio.
 - Filha! – Ele correu para ir me abraçar. – Ah Barbara só você para tira-la de lá de dentro. – Ele falou piscando para Barbara.
 - Rick essa é a minha obrigação. – Ela falou sorrindo.
 - Finalmente você com roupa sem ser pijamas. – A Ally falou rindo indo na minha direção. – Hoje eu, você e um amigo meu iremos sair para jantar. – Ela falou me abraçando e sussurrando no meu ouvido.
 - Eu não estou preparada para sair agora. – Eu falei em seu ouvido.
 - Relaxa mana, você vai gostar. – Ela falou e separamos o abraço.
 - Duda você tem que sair mesmo, eu concordo com a Ally. – Barbara falou, espera como ela ouviu isso?
 - Isso aê Barbara. – Ally falo batendo a mão com ela.
 - Agora são amiguinhas? – Eu perguntei apontando para as duas.
 - A velha e boa Eduarda Ray está voltando. – Meu pai falou.
 - Eu prefiro o poço de ironia do que menina chorosa. – Ally falou.
 - Exatamente. – Barbara concordou e eu sorri para ela.
 - Ah me Deus como eu amo esse sorriso! – A minha vó gritou vindo me abraçar. Sabe aquele abraço de urso da floresta que quebra suas costelas? Então ela me deu esse abraço.
 - Vovó. – Eu falei retribuindo o abraço. Sei lá quando eu a abraço eu sou capaz de sentir minha mãe.
 - Gente eu não morri, só estava me reformulando para voltar, eu estou melhor. – Eu falei.
 - Duda você sempre foi tão rebelde e fria, ver você que nem uma cachoeira chorando era muito estranho. – Minha vó falou.
- Eu sei... – Eu respondi baixinho.
 - Vamos tomar café. – Meu pai falou. E todos nos concordamos.
                Fomos para a cozinha, mas eu senti falta da Darlene e da Cindy.
 - Cadê a Lene e a Cindy? – Eu perguntei.
 - Elas foram para o mercado, e verem as ultima coisas da casa. Vamos nos mudar rápido. – Meu pai falou.
 - Ah sim... – Eu concordei e comecei a comer os ovos mexidos, bacon, e tinha uns waffles também. EU estava comendo muito.
                Sinceramente a Barbara é mágica, eu estava na pior e agora estou me sentindo melhor, ela sempre me coloca para cima, ela é muito alto astral. Eu não sei se é por causa da vida que ela leva essa coisa de ser hippie, ser vegetariana, ser mega ecológica. Esse lance de “paz e amor” exala na Barbara e isso me da paz. Incrível.
                Depois de tomarmos café e a rotina estar voltando ao normal meu pai me deixou e Barbara na escola. Quando eu coloquei o pé naquele submundo do desprezo todos olharam para mim. Senti-me um ET no meio daqueles olhos curiosos sobre mim. Eu respirei fundo e Barbara pegou na minha mãe, então subimos a escada e entramos naquele lugar horrível. Fui para o meu armário e peguei o livro de história.
                Foi chato como sempre, um tédio. Porque todo professor de história é imortal? Esse cara da aula nessa escola há décadas e ele não envelhece ou se aposenta. Sempre nesse ritmo chato de falar corretamente e lentamente. Velho chato! Isso sim.
                Depois da segunda aula era hora do intervalo, eu estava indo para a fila quando escuto aquela voz nojenta atrás de mim.
 - E ai como é dar o golpe da barriga? – Era a voz da Abby, mas eu vou acabar com essa puta agora! Eu peguei uma bandeja e segurei na minha mão direita. Eu estiquei meu braço e me virei. Ponto para mim, a bandeja foi na cara dela, mas obviamente eu não estava satisfeita, eu tinha que fazer mais. E logo aquela rodinha se formou meus espectadores agora eu vou dar o meu show!
 - Engula suas palavras antes de dirigi-las a mim! – Eu falei a jogando no chão com força. EU me sentei em cima dela e peguei aquele cabelo loiro.
 - BRIGA! BRIGA! BRIGA! – A plateia gritava. Eu preparei minha mão e dei um forte tapa na cara dela. Mas não era aquilo que eu queria, eu quero deformar a cara dessa loira oxigenada. Ela gritava para eu parar, mas aquilo servia de estimulo. Fechei meu punho e dei na cara dela, seu nariz começou a sangra. Consegui o que queria quebrei o nariz dela.
 - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! – Ela gritou. E eu sorri e puxei seu cabelo com mais força e arranquei um punhado de cabelo dela. Sim eu quase deixei Abby careca.
 - Sua puta! Isso é para você aprender a nunca mais mexer com os outros. Isso e para você aprender a nunca brincar com a dor dos outros. – Eu falei dando outro tapa nela. E rapidamente eu senti alguém pegando nos meus braços e me puxando. A pessoa era Mark, o segurança da escola. Ele segurou meu braço para trás e me prendeu no corpo dele. Eu me debatia para eu conseguir me soltar, mas eu estava suspensa no ar.
 - Eduarda o que a senhorita fez? – A diretora perguntou olhando a enfermeira cuidar de Abby.
 - O que eu fiz? Eu fiz tudo o que essa puta merece, ela é uma vadia! – Eu gritei me debatendo com força nos braços de Mark.
 - Não permito palavras de baixo calão na minha escola. – A Senhora Parker falou se virando para mim.
 - Está bem, eu fiz o que essa menina que matem relações sexuais por dinheiro merece. – Eu falei e ouvi as pessoas gritarem “Uhul”, “Isso aê”.
 - Sua atitude é inaceitável. – Senhora Parker falou.
 - Senhora Parker, ela me atingiu a minha vida toda, ela mereceu isso, ela mereceu isso, por mim que desfigurava a cara dela. – Eu falei.
 - Mark, leve-a para minha sala. Eu chamarei seu responsável. – Senhora Parker falou.
 - Tenho muito medo do meu pai. – Eu zombei.   
                Depois de ouvir todo aquele sermão que senhora Parker me deu eu me sentei no bando do lado de fora da sala dela enquanto meu pai conversava com ela. Eu não tinha medo algum, eu estava certa. O fato é que eu fico sega quando brigo com alguém, eu tenho atitude totalmente explosiva. Recebi uma mensagem no meu celular e era o vídeo da briga. Olhe eu arrasando lá. Eu repassei para todos os meus contatos escrito assim “Isso que acontece quando mexem comigo, quebrei o nariz da putinha barata da minha escola”. Rindo sozinha no corredor da escola eu ouvi passos eram de Barbara.
 - Sua louca! – Ela falou rindo.
 - Vem me dizer que Abby não mereceu? – Eu perguntei.
 - Como você disse ela merecia ter desfigurado a cara dela. – Barbara falou se sentando ao meu lado.
 - Mas eu a pego fora da escola. – Eu falei e Barbara riu. A porta se abriu.
 - Obrigado por compreender senhora Parker. – Meu pai falou sorrindo e fechando a porta. Seu sorriso se fechou quando ele me olhou. – Você precisa ir para academia, descontar a sua raiva. – Meu pai falou. Ir à academia de Box é uma maneira de eu descontar toda a minha raiva.
 - Sim, mas isso só depois de eu comer alguma coisa. – Eu falei.
 - Mas Eduarda você está muito encrencada mocinha. – Meu pai falou.
 - Iiiiiiiih. – Eu e Barbara falamos juntas depois olhando uma para outra e tendo um acesso de risos e meu pai como sempre entrou na onda. 
 - Impossível ser sério com vocês. Eu sei você está certa, eu só queria ser severo, mas minha querida eu te entendo e você tinha que desfigurar a cara daquela menina que matem relações sexuais por dinheiro. – Meu pai falou rindo baixo.
- Como você sabe disso? – Eu perguntei.
 - Eu vi o vídeo no youtube. – Meu pai falou sorrindo. – Filha você tem um ótimo soco. – Meu pai falou.
 - Obrigado pai. – Eu falei.
 - Duda vai precisar de companhia? – Barbara perguntou.
 - Você pode? – Eu perguntei.
 - Claro eu falei que eu estava com cólica e me liberaram, eu queria ficar com você, quem sabe vamos para a academia juntas. – Barbara falou.
 - Ótimo! Sorte que eu tenho duas roupas de academia no meu armário lá. – Eu falei. 
 - Então meninas eu deixarei as duas numa pizzaria ao lado da academia. – Meu pai falou.
                Depois de comer pizza com Barbara fomos para a minha academia. Trocamos de roupa e eu estava aqui socando e chutando intensamente esse saco.
 - Se continuar assim você vai arrebentar esse saco. – A voz de um menino soou e eu parei para olha-lo, ele é bonito.  – Prazer Nathan Rush. – Ele falou estendendo a mão. Eu tirei a luva.
 - Eduarda Ray. – Eu falei apertando a mão dele.
 - Sou filho do instrutor, você faz isso muito bem. – Ele falou segurando o saco.
 - Obrigado. – Eu respondi sorrindo.
 - Nem sempre te vejo por aqui. – Ele falou.
 - Ah eu já terminei meu treinamento de Box, eu venho quando estou com muita raiva. Eu quebrei o nariz da menina da minha escola hoje. – Eu falei e ele fez um “O” com a boca.
 - Quem diria uma menina tão bela como você fazer isso. Está de parabéns. – Ele falou batendo palmas e sorrindo. – Eu iria convida-la para ir ao tatame comigo, mas agora fiquei com medo. – Ele falou e eu sorri. – Topa uma bebida na lanchonete da academia? – Ele perguntou.
 - Claro. – Eu respondi. Saímos e eu olhei para a Barbara sorridente que levantou o polegar para mim. 
 - Um suco de maçã, por favor. – Eu falei para o atendente. Ah que merda eu me lembrei de que esse é o suco favorito no Harry.
 - Você não é daqui né? – Nathan perguntou.
 - Não, eu sou brasileira, mora aqui há algum tempo. – Eu falei.
 - Isso explica sua beleza. – Ele falou. Esse menino está flertando comigo. TENSO!
 - Obrigado. – Eu respondi e bebi um pouco do meu suco.
 - E você tem quantos anos? – Ele perguntou.
 - Eu tenho 17 e você?
 - Eu tenho 23, você nem parece ter a idade que tem você tem até tatuagens. – Ele falou apontando para as tatuagens do meu braço.
 - Pois é eu sou meio rebelde. E você tem rosto de menino. – Eu falei e ele sorriu.
 - Todos falam isso para mim. – Ele falou.
 - Seu pai também é bem novo. – Eu falei.
 - Sim, ele foi pai aos 16 anos. – Ele respondeu sorrindo.
 - Isso explica. – Eu falei.
                Eu e o Nathan Rush conversamos por um tempo, ele é legal. Ele começou a trabalhar na academia como instrutor há pouco tempo, e tem muito tempo que eu não venho aqui por isso que eu nunca o vi antes. Ele é um cara bem legal e o tempo todo deu em cima de mim. Parece que a minha idade não impediu as investidas dele contra a minha pessoa. Eu nunca fui tão azarada na minha vida. Eu acho que é por causa da experiência dele, e coisa tal.
                Eu e a Barbara estávamos saindo da academia quando ele me parou.
- Hey, Eduarda! – Ele falou puxando meu braço de leve.  
- Sim Nathan. – Eu respondi sorrindo para ele.
- Me passa seu numero? Podemos sair qualquer dia desses. – Ele falou.
 - Ah, sim claro. – Eu passei meu numero para ele.
 - Quando posso te ligar?
 - Amanhã, hoje à noite eu vou sair com a minha irmã. Na verdade ela é filha da minha madrasta. – Eu respondi.
 - Então está bem Eduarda amanhã eu te ligo. – Ele falou e eu sorri e voltei para a Barbara que estava batendo palmas.
 - Quando eu te vi pela primeira vez eu sabia que sua bunda era mortal. – Ela falou.
 - Como assim? – Eu perguntei confusa e voltando a caminhar para a lanchonete onde iríamos tomar um Milk-shake.
 - Sua bunda é do tamanho de todas as bundas das garotas britânicas juntas entendeu? Você tem um rabo enorme. – A Barbara falou e eu ri.
 - A da Nicki Minaj é maior.
 - Mas a sua é natural a dela não.
 - Isso é verdade... – Eu murmurei.
                Depois de tomar um Milk-shake eu peguei um taxi e fui para casa. Estava anoitecendo e eu quase me esqueci de que sairia com a Andrielle e o tal amigo dela. Meu celular tocou e era uma mensagem do Niall bem o que seria?

“Eu jurei para mim mesmo que eu nunca vou me apaixonar, eu estou vendo o Harry sofrer e eu prefiro potato! E não uma namorada. Mamãe, papai precisa de você”.

                Eu também Niall nunca vou me apaixonar, o Harry é uma grande feria no meu coração que nunca vai cicatrizar. Definitivamente eu não vou responder isso, eu posso me sentir ferida, eu tenho que continuar e eu escondendo essa dor, como se ela não existisse.

“Eu também Nini nunca mais vou me apaixonar, como a Adele falou ‘Às vezes o amor dura outras vezes ele machuca’ é tudo uma questão de sorte.”


                Eu acho que essa é uma boa resposta e eu enviei isso, eu peguei meu celular e fiquei olhando o numero do Harry, pensando se eu devo ou ligar para ele. Eu acho que não, mas saber que ele está sofrendo está me matando, eu preciso fazer alguma coisa, mas eu não vou ligar, eu vou mandar uma mensagem... Ou não. Eu não sei o que fazer! Eu nunca passei por isso... Eu... Eu... Eu amo ele, eu não tenho ideia do que fazer também saber que ele está sofrendo está acabando comigo. Um soluço escapou de minha garganta.
 - Aconteceu alguma coisa? – O taxista perguntou.
 - Problemas do coração. – Eu respondi.
 - Eu sei, quando estamos nessa idade o amor parece uma coisa complicada, mas não é como parece é muito simples às vezes a resposta está na sua frente. – Ele falou. Que isso um taxista dando conselhos para mim?
 - O senhor tem razão. – Eu respondi.
 - Minha filha tem a sua idade. – Ele falou. – Na adolescência tudo parece o fim do mundo. – Ele falou parando o carro e eu estava na fachada do meu prédio.
 - Valeu... Quanto que fica a corrida? – Eu perguntei.
 - Nada, pode ir essa foi de graça. – Ele respondeu.
 - Hum... Valeu, me da o seu cartão? – Eu pedi.
 - Sim aqui. – Ele me entregou o cartão.
 - Até mais Jeff. – Eu falei olhando o nome no cartão. E sai do carro. Subi para o meu apartamento e cheguei fui até a cozinha beber água. Não tinha ninguém lá. Onde foi parar as pessoas dessa casa? Eu subi as escadas e abri porta por porta, mas não tem ninguém. Vou ir ao quarto da Andrielle, ninguém também. Eu fui caminhando até o meu quarto e abri a porta. Ninguém aqui! ONDE FOI PARAR TODO MUNDO????  Agora sei o que o garotinho sente no filme “Esqueceram de mim” peguei meu celular e liguei para o meu pai. E nada também. Liguei de novo e ele atendeu no quinto toque.

 - Onde vocês estão? – Eu perguntei já puta da vida.
 - Ah filha eu vou passar para te pegar, nós estamos em um restaurante preparando as coisas para o grande jantar dessa noite é para você se vestir formalmente. – Meu pai falou alegre.
 - MAS QUE PORRA É ESSA? – Eu perguntei quase no grito, abrindo meu armário para ver roupa.
 - Essa é a sua noite e a minha noite filha, na verdade a noite de todos nós. Hoje vamos ensaiar o casamento, eu acho que você esqueceu-se desse pequeno detalhe... Filha o Harry vai estar aqui, se você lembra vocês dois serão padrinhos juntos e eu não vou mudar. – Caralho, porra, puta que pariu merda! Eu me esqueci desse detalhe enorme! Eu não me preparei psicologicamente para esse jantar.
 - Está bem... Eu vou me arrumar, e venha logo me buscar eu não vou demorar. – Eu falei mexendo ainda no meu closet.
 - Se veste bem linda, tem uma pessoa aqui que você vai amar conhecer, fique linda! – Ele falou e eu bufei.
 - Está bem, mas vem logo. – Eu falei e desliguei o telefone.
            
Eu peguei minha roupa
e fui para o banho. Tomei banho e estava me maquiando, ouvi meu pai chegar, ele bateu na porta e eu falei para ele entrar, meu pai estava estupidamente lindo. Eu sempre amei vê-lo de terno. Meu pai é um cara lindo demais.
 - E ai como está? – Ele perguntou.
 - Estou bem e você?
 - Estou muito feliz... Espero que você não se fique chateada por causa de Harry.
 - Não, eu e ele concordamos em sermos amigos. – Eu falei forçando um sorriso.
 - Então está bem. – Ele falou.

                Ficamos conversando enquanto íamos para o restaurante onde estavam fazendo as coisas. Quando eu cheguei lá comprimentei todos e lá estava o Harry em pé conversando com um cara, ruivo... Um cara ruivo... Meu Deus... Cadê meu oxigênio? Eu acho que vou morrer... Aquele... A-aquele É... É... Meu Deus! O Ed Sheeran!

_________________________CONTINUA________________________

Continuo com comentários.
Xoxo


5 comentários:

  1. continua por favor ta muito lindo

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  2. Ai gente será que ela vai desmaiar de novo ai deus continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa minha filha ai my heart

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  3. ´´Caralho, porra, puta que pariu merda!``kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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